Manuscrito 512: O Documento Amaldiçoado de uma Cidade Perdida e o Segredo que Destruiu o Coronel Fawcett

por Nicole Pinto

A Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro guarda um dos documentos mais enigmáticos da história brasileira — o chamado Manuscrito 512. Escrito em português, o documento intitula-se “Relatório Histórico sobre um Grande Assentamento Desconhecido, Antigo e Desabitado, Descoberto no Ano de 1753”. Trata-se de um relato detalhado deixado por um grupo desconhecido de bandeirantes portugueses (o nome do líder do grupo se perdeu), narrando a descoberta das ruínas de uma cidade perdida, com vestígios de uma antiga civilização altamente desenvolvida, no coração do Sertão brasileiro. Muitas páginas do manuscrito estão faltando devido à ação de cupins, mas mesmo os fragmentos que sobreviveram são suficientes para causar arrepios em qualquer aventureiro.

O que torna este documento tão incrível? Aparentemente, a expedição Bandeirante adentrou a selva em busca das lendárias minas de ouro de Moribeca, mas, em vez disso, deparou-se com uma vasta cidade abandonada. A entrada principal da cidade era adornada com três arcos monumentais, que lembravam os comuns na cultura greco-romana. Prédios residenciais de dois andares, edifícios públicos e templos — todos construídos em estilo clássico. No centro da cidade havia uma praça com um monumento a um homem, e nas paredes de um dos edifícios havia inscrições com símbolos que lembravam as letras dos alfabetos grego e fenício, bem como numerais arábicos.

O mais impressionante era que a cidade estava completamente vazia — sem sinal de mobília ou outros utensílios domésticos. Parecia que os habitantes haviam desaparecido misteriosamente, deixando suas casas intactas. Continuando a expedição, o Bandeirante descobriu duas minas: uma contendo minério de ouro e a outra de prata. Mas, em vez de trazer riquezas, essa descoberta pareceu trazer uma maldição: a maioria dos membros da expedição morreu pouco depois em circunstâncias misteriosas, e o manuscrito permaneceu esquecido em arquivos por quase um século.

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